Inteligência Territorial

IVDP + Compromisso para a Excelência

O projeto assenta no posicionamento estratégico do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, como impulsionador da modernização dos mecanismos de negócio potenciadores da notoriedade e
visibilidade da Região Demarcada do Douro (RDD) e dos seus atores.

Com o projeto, o IVDP I.P. serviço público, recorrendo ás mais avançadas tecnologias ligadas à inteligência artificial, às mais modernas metodologias de gestão dos processos (BPM) e sem nunca perder de vista a interoperabilidade dos sistemas e o alinhamento tecnológico, potencia a robustez do projeto RDD+, a sua fiabilidade, a sua sustentabilidade e inovando nas ferramentas, nos processos de gestão e de interação com os clientes, quer para o próprio IVDP I.P., quer para os agentes económicos da região.

O benefício é alargado também aos seus clientes, cidadão e empresas, nacionais e internacionais, fortalecendo a sustentabilidade dos agentes e da região permitindo ainda que as suas atividades se desenvolvam com a garantia da proteção de dados e segurança da informação.

O projeto IVDP + posiciona o IVDP, I.P como organismo alavancador da Região, dos seus produtos e da imagem de uma administração pública (AP), mais próxima, mais ágil e proativa.

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Região Inteligente Algarve (RIA)

O projeto RIA é um projeto transversal, agregador de outros como p.e. as Cidades Inteligentes, o Destino Turístico Inteligente ou as Redes Inteligentes de Transportes e de Energia, que visa promover o envolvimento dos atores regionais da hélice quádrupla (Municípios, Universidades, Centros I&D, Empresas, Sociedade Civil), alavancando o desenvolvimento regional e a concretização da Estratégia Regional de Investigação e Inovação para a Especialização Inteligente (RIS3 Algarve), motivando uma dinâmica de futuro baseada na inovação, na qualificação e na competitividade, reforçando a capacidade de afirmação das instituições regionais.

A Região Inteligente Algarve (RIA) foi um desafio lançado na 1ª reunião do Conselho de Inovação Regional do Algarve (CIRA), sendo esse Conselho um órgão consultivo da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDR Algarve), previsto na Estratégia Regional de Investigação e Inovação para a Especialização Inteligente (RIS3 Algarve) envolvendo cerca de 70 entidades. Após aprovação pelos membros do CIRA foi criado um grupo de trabalho composto por entidades supramunicipais e especialistas para debater esta temática e apontar caminhos para a concretização da RIA.

Esta candidatura visa, assim, reforçar a capacitação das entidades que integram a parceria, nomeadamente as respetivas equipas técnicas, mas também contribuir para a capacitação dos stakeholders regionais, envolvendo-os e tornando-os parte efetiva dos processos de construção conjunta da Região Inteligente Algarve, assente na digitalização da economia e na promoção do desenvolvimento regional.

Para a materialização desta candidatura destaca-se a importância do trabalho em rede, sendo a mesma apresentada por uma parceria liderada pela CCDR Algarve e com as seguintes entidades: Universidade do Algarve, Região de Turismo do Algarve e Comunidade Intermunicipal do Algarve (CIM Algarve).

PLANO-A-SAÚDE-C19

Com o advento da COVID-19, tornou-se ainda mais imperativo diagnosticar, tratar e acompanhar doentes através da telessaúde, minimizando a deslocação de cidadãos a instituições de saúde, mantendo o continuum de cuidados e melhorando a qualidade dos serviços prestada pelo SNS. Em termos tecnológicos, a evolução natural passa por aumentar a utilização de vários canais digitais, começando por otimizar a partilha de informação em tempo útil entre os cidadãos com doença e os vários agentes da saúde através de interfaces digitais mais avançadas, e novas ferramentas de apoio ao diagnóstico e decisão para os médicos e profissionais da saúde. É com este intuito que o PLANO-A-SAÚDE-C19 se desenvolve.

O mapeamento das necessidades e requisitos de médicos e cidadãos com patologia que podem ser servidos pela plataforma foi feito por ULSBA e EM, instituições que prestam cuidados de saúde nestas áreas. O desenho e arquitetura da plataforma foi elaborado em consórcio entre a GS, ISEL, NOVA IMS, EM e ULSBA. A plataforma integra componentes desenhados para dar suporte às atividades do processo de acompanhamento em ambulatório, em particular:

  • na recolha de dados biométricos, através dos terminais móveis (smartphones) e de equipamento portátil de baixo custo (sensores) e na sua partilha com médicos;
  • no seu armazenamento num repositório universal permissionado, para fins científicos e académicos, partilhado entre as IES e as instituições da saúde, respeitando a privacidade dos utilizadores e mantendo o anonimato dos dados;
  • na análise de dados biométricos históricos associados a doenças crónicas e na previsão da sua progressão e da necessidades de cuidados médicos urgentes e/ou de proximidade;
  • na interação à distância entre médicos e cidadãos, através de aplicações mobile e web que facilitam a captura e análise de informação, e complementam outros processos-chave como a prescrição terapêutica e calendarização de medições, marcação de consultas presenciais ou remotas, e o lançamento de alertas em situações de risco, ou de não-cumprimento do plano prescrito pelo médico.

A solução permitirá também que os doentes tenham um papel mais ativo em vários processos de decisão, estando mais envolvidos no controlo da sua doença e relacionando-se de forma mais eficaz e próxima com os seus médicos e Unidades de Saúde.

Smart Region

Plataforma Analítica Integrada de Inteligência Territorial

O projeto visa dotar a Comunidade Intermunicipal do Oeste da primeira plataforma analítica integrada de inteligência territorial intermunicipal que, numa abordagem de big data e ciência dos dados, oferecerá capacidades de recolha, armazenamento, processamento e análise dos dados provenientes dos sistemas operacionais e das redes de sensores municipais integrados com os dados gerados pelas redes Wi-Fi públicas dos municípios abrangidos, alteram o paradigma de planeamento e gestão do turismo e hospitalidade numa abordagem de Smart & Sustainable Tourism.

Compreendendo a interação das pessoas com o território da CIM Oeste, com base nos dados do registo e utilização dos pontos de acesso Wi-Fi (envolvendo as dimensões espaço e tempo na análise), o projeto disponibilizará uma aplicação que melhor a experiência de quem visita, vive e trabalha na comunidade intermunicipal tirando partido do cruzamento de dados provenientes dos sistemas operacionais municipais com os dados originários das redes de Wi-Fi visando disponibilizar informação dinâmica no espaço e no tempo e suportando ações de marketing de contexto.

Data4COVID

No contexto do combate a uma pandemia como a que atualmente é causada pelo surto de COVID-19, e considerando que uma grande parte dos problemas ocorridos foram de difícil antecipação, é agora claro que a capacidade de resposta e, acima de tudo, a eficácia das soluções desenvolvidas, beneficiará significativamente de uma maior partilha de informação entre os múltiplos níveis de gestão da nossa sociedade.

O projeto Data4Covid19 propõem o desenvolvimento de uma plataforma que potencie o cruzamento de múltiplas fontes de dados de forma integrada, permitindo, às entidades relevantes em cada uma das áreas de ação, desenhar, implementar, e monitorizar, de forma articulada, medidas de combate à pandemia.

O plano de ação proposto pretende garantir a disponibilização de instrumentos que contribuam, desde já, para uma melhor gestão da situação atual, mas também, que possibilite uma eficaz retenção de conhecimento, fundamental para o combate futuro de situações do mesmo tipo, quer em sede de planeamento e construção de políticas públicas, quer em sede de gestão. Através da capacidade de agregação e processamento da informação multissetorial será possível obter indicadores em tempo real das medidas implementadas, na sua vertente da gestão de risco e avaliação do impacto em cada uma das fases.

Trata-se de uma candidatura à tipologia I&D Empresas, na modalidade copromoção, sendo o consórcio promotor constituído por 3 entidades não empresariais do sistema de I&I nacional e 2 empresas: a Associação Porto Digital, entidade líder do projeto, a Universidade do Porto, a Universidade Nova de Lisboa, a NOS COMUNICAÇÕES, S.A e a TekPrivacy, Lda, na qualidade de copromotoras.

Centro de Inteligência Competitiva

O projeto do Centro de Inteligência Competitiva visa a reabilitação de uma infraestrutura já existente e seu equipamento, para ali criar o Centro de Investigação em tecnologias direcionadas aos produtos endógenos da região Alentejo, fomentando a valorização do conhecimento, num processo que se consubstancia em transferência de conhecimento à inovação empresarial.

O Centro de Inteligência Competitiva (CIC), é um projeto de I&I à escala do Alentejo, centrado na valorização do conhecimento, pelos dados, e a sua transferência para a atividade económica e empresarial, dos setores e fileiras dos recursos endógenos, com vista ao desenvolvimento tecnológico das empresas, à sua internacionalização e à promoção da competitividade nos mercados nacionais e internacionais.

Através da análise e gestão de informação e da ciência dos dados, pretende-se de forma analítica, criar uma vantagem competitiva, em falta, no que concerne às previsões da procura e perfil dos mercados, consubstanciando-se em conhecimento. Este conhecimento é transferido para as empresas, processando-se no desenvolvimento tecnológico dos seus produtos e serviços, adaptando-os a novos padrões de procura e tendências de mercado, seja por exemplo uma nova embalagem, uma utilização diferenciadora do produto ou até uma nova solução de armazenagem.

IVDP Data +

​O projeto IVDP DATA+ assenta no desenvolvimento de um novo modelo de experimentação em estreita colaboração com a comunidade científica promovendo a transferência de conhecimento e adotando as ferramentas e técnicas avançadas de inteligência artificial e ciência dos dados.

A implementação do modelo de IA irá permitir apoiar a tomada de decisão com base no tratamento dos dados existentes.

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Observatório Nacional da Desertificação

Apoio ao cumprimento do disposto nas competências do Observatório Nacional da Desertificação e dotar o Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Florestas (MADRF) de uma infraestrutura de dados, que pode facilmente ser reutilizada e alargada a outras finalidades/sectores com um elevado potencial de criação de externalidades positivas.

Mais especificamente, dotar o Observatório de uma estratégia de desenvolvimento de uma infraestrutura de dados que permitirá suportar a construção de dashboards de monitorização online da evolução de indicadores de seguimento.

Atividades a desenvolver:

  • Constituição (criação e implementação) de uma plataforma virtual do Observatório Nacional da Desertificação;
  • Criação e desenvolvimento de um portal de dados abertos sobre desertificação que reúna, num único ponto, de livre acesso, sem encargos para o utilizador, a informação obtida no âmbito da atividade do Observatório, com interligação às bases de dados relevantes de outras entidades;
  • Promoção e acompanhamento da constituição e funcionamento de painéis de monitorização online (dashboards), suportados pelo portal de dados abertos, para monitorização dos indicadores relevantes no contexto do Observatório Nacional da Desertificação;
  • Implementação de atividades de suporte.

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Observatório Nacional da Produção Biologica

Apoio ao cumprimento do disposto nas competências do Observatório Nacional da Produção Biológica (ONPB) e dotar o Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Florestas (MADRF) de uma infraestrutura de dados, que pode facilmente ser reutilizada e alargada a outras finalidades/sectores com um elevado potencial de criação de externalidades positivas.

Bem como, dotar o Observatório de uma estratégia de desenvolvimento de uma infraestrutura de dados que permitirá suportar a construção de dashboards de monitorização online da evolução de indicadores de seguimento do Plano de Ação da Estratégia Nacional para a Agricultura Biológica (ENAB).

Atividades a desenvolver:

  • Constituição (criação e implementação) de uma plataforma virtual do “Observatório Nacional da Produção Biológica”;
  • Criação e desenvolvimento de um portal de dados abertos que reúna, num único ponto, de livre acesso, sem encargos para o utilizador, a informação obtida no âmbito da atividade do Observatório, com interligação às bases de dados relevantes de outras entidades;
  • Promoção e acompanhamento da constituição e funcionamento de painéis de monitorização online (dashboards), suportados pelo portal de dados abertos, para monitorização dos indicadores relevantes no contexto do Observatório Nacional da Produção Biológica;
  • Implementação de atividades de suporte.

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AlgarveMaisDigital

Atenta à importância de uma contínua modernização administrativa, a AMAL e os 16 municípios do Algarve são beneficiários do projeto #AlGARVEMAISDIGITAL, o qual foi aprovado no Programa Operacional CRESC ALGARVE 2020, e que tem por objetivo melhorar o acesso às tecnologias de informação e da comunicação bem como a sua utilização e qualidade.

A operação envolve um investimento global de cerca de 2,2 milhões de euros, com cofinanciamento FEDER a 80%, visando aprofundar a simplificação e desmaterialização de processos, numa lógica de harmonização entre os vários municípios da região e consolidar os investimentos feitos na disponibilização de serviços públicos integrados online, através de novas plataformas de interação com os munícipes, empresas e visitantes.

O projeto é composto por quatro grandes componentes:

  • Gestão de processos     Reengenharia e arquitetura de processos em áreas específicas dos serviços municipais como o atendimento, o arquivo e digitalização de documentos, a gestão de ocorrências e a gestão de eventos, numa lógica de simplificação e desmaterialização dos processos.
  • Comunicação    Disponibilização de novas ferramentas de interação com os munícipes, agentes económicos e turistas, através da criação de plataformas eletrónicas supramunicipais para as áreas da gestão de ocorrências e da gestão de eventos e do desenvolvimento de novos portais municipais mais interativos e compatíveis com dispositivos móveis;
  • Imagem e divulgação    Criação de uma imagem corporativa, à implementação de ações de promoção e divulgação das atividades do projeto e à realização de um seminário de partilha de experiências e boas práticas a nível nacional;
  • Gestão do projeto Coordenação da execução física e financeira da candidatura e representação da parceria junto da Autoridade de Gestão do CRESC ALGARVE 2020.
CNMC – São Tomé e Príncipe (STP)

O Comité Nacional para as Mudanças Climáticas (CNMC) de São Tomé e Príncipe é um órgão nacional de concertação, formação, sensibilização e facilitação na conceção, financiamento, implementação, validação e seguimento das diferentes atividades (programas e projetos) a serem desenvolvidas no quadro da implementação da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança Climática (CQNUMC) e seus instrumentos jurídicos adicionais em STP.

Ao CNMC cabe o dever de velar, também, pela coerência entre os programas/projetos e as prioridades nacionais em relação à Mudança Climática, ao nível da adaptação e mitigação. Nesse sentido e com o apoio financeiro da EU (Projeto AMCC) foi desenvolvido um dashboard de seguimento da ajuda externa a STP para o alcance das Contribuições Determinas ao nível Nacional (NDC) ao nível das Mudanças Climáticas.

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